NOVOS ASSALTOS À IGREJA E CEPSA
Igreja de Travassô foi novamente alvo dos larápios
Fotos do assalto à Igreja de Travassô
Parece incrível mas é verdade. A Igreja Matriz de Travassô em 15 dias foi assaltada duas vezes, a última na madrugada de segunda – feira, dia 8. O processo de entrada foi idêntico, pois com uma “unha gata” arrombaram a porta lateral e entraram no templo.
A caixa de esmolas que no assalto do dia 22 de Agosto ficara intacta, foi desta vez arrancada da parede, não se sabe com que “ferramenta”, ficando o enorme buraco para amostra e a “dita cuja” ali no chão, talvez porque ao ser abanada, não terão tilintado quaisquer moedas.
A da Capela de Nª Srª de Fátima foi arrombada de novo e os dois lampadários, que entretanto haviam sido reparados, sofreram mais um “ataque das mãos lampeiras” dos ladrões, que no altar da celebração abandonaram o respectivo castiçal, depois de removerem a vela de cera líquida, que não foi “voou” supõe-se, por não ter o “valor” desejado, a julgar pelo aparato.
O furto não terá “rendido para tanto esforço”, o que já não se pode dizer dos prejuízos causados. Esta segunda “visita” dos ladrões da noite foi apenas comunicada à GNR de Águeda, pelo nosso pároco, uma vez que a “burocracia da justiça” mesmo que identifique os larápios já nem sequer os castiga, a eles que têm “dizimado” as redondezas, que confessam depois de presos e saem premiados com a “liberdade” logo a seguir. Queixas para quê?...
As Bombas da Gasolina da Cepsa também foram assaltadas
Cerca das 02 horas e 20 da madrugada de terça – feira, dia 9, segundo as gravações em vídeo das câmaras de vigilância entregues à GNR, depois da ocorrência comunicada pelo seu proprietário, foi assaltado o Posto de Abastecimento CEPSA, em Travassô.
Foram cortados os cadeados e roubadas cinco botijas com gás propano e butano, segundo declarações de uma das funcionárias da área de serviço. Uma brigada durante a tarde veio ao local registar a ocorrência e recolher “eventuais pistas”, que possam levar à identificação do assaltante envolvido.
Ouvido o proprietário, alegou que …”o roubo não foi significativo, porque está tudo vigiado, mas sabemos pelas imagens captadas e registadas em vídeo, que foi apenas um indivíduo, com gorro na cabeça e que carregou o gás para uma viatura que já está identificada”….
O caso segue agora a tramitação normal e com sorte, pode ser que este seja autor - confesso de outros furtos, para que seja feita justiça.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 12-09-2008
Casamento da Marisa e do Pedro
No passado sábado, casaram os jovens Marisa de Almeida Morais e Pedro Manuel Saraiva Bastos, numa cerimónia presidida pelo nosso conterrâneo Padre Franciscano António Castro, familiar dos nubentes.
A Marisa é filha de José Carlos de Castro Morais e de Maria de Lurdes Matos de Almeida, ambos de Travassô e o noivo é filho de Zeferino Bastos e de Maria Iracene Saraiva Simões, de Segadâes
Aos “casadinhos de fresco”, desejamos um futuro longo e risonho, pleno da felicidade que ambos têm que construir no dia a dia… Parabéns
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 12-09-2008
Assembleia Geral da O. F. 12 de Abril para eleição de nova Direcção
Na próxima quarta – feira, dia 17, pelas 21.00 horas, na sede da Sociedade Recreativa e Musical 12 de Abril, realizar-se-á nova Assembleia Geral para eleição dos novos Órgãos Sociais da colectividade, na sequência da demissão de Aníbal Pires como Presidente de Direcção.
Aquela atitude, teve origem na proposta que havia feito em Assembleia no dia 6 de Agosto, de acabar com a participação da Orquestra no Festival de Música promovido anualmente, pela União de Bandas do Concelho de Águeda. A votação não foi favorável àquela pretensão pessoal, tendo mais tarde a Direcção caído no vazio pela demissão geral dos restantes elementos.
Horácio Santos, presidente da Assembleia-Geral, mostra-se confiante e apela à presença da maioria dos sócios para mais um passo importante no futuro da colectividade musical, que tantos “louros” tem trazido a Travassô.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 12-09-2008
ALMEAR: Festa e restauro do altar de S.Caetano
Festa de São Caetano
No próximo domingo pelas 11:15 h, na Capela de São Caetano, terá lugar a Missa festiva em honra do padroeiro daquele pequeno lugar de Travassô.
A actual zeladora doou àquela capela, a instalação de uma caleira lateral, para evitar infiltrações de águas pluviais.
Até ao dia da festividade, a Junta de Freguesia envidará esforços, para repôr os holofotes da iluminação pública colocados no solo da área envolvente, que já há algum tempo se encontram fundidos, tornando muito escuro o local, por também estarem danificadas algumas lâmpadas dos postes nas imediações.
A população agradece embora a competência seja municipal, segundo Mário Martins.
Restauro do Altar que ameaça ruir
Fotos do estado actual do altar de São Caetano em Almear
Estranhando algumas fendas abertas por detrás das colunas que compõem o altar de São Caetano, constatou-se que os buracos iam crescendo, pela queda da tinta branca celulósica, com que foi “tapada” toda a talha que se supõe ter sido anteriormente, dourada.
Concluindo que a madeira subjacente a toda a arquitectura estaria destruída, foi chamado ao local um perito em Arte - Sacra, que confirmou o perigo eminente de derrocada. A “Fábrica da Igreja”, preocupada em preservar um Património Religioso, que é de quem colabora anualmente com o Contributo Paroquial, sem poder adiar mais, para evitar o pior, entregou a obra de restauro ao Professor António Monteiro de Aveiro.
Assim, prevê-se que durante a próxima semana, comece a ser executada a 1º fase da obra, que inclui a desmontagem, análise e numeração de todas as peças, limpeza e decapagem de tinta celulósica, desinfestação e montagem final com madeira nova, previamente preparada com uma “base”, adequada à pintura ou douramento posterior e final.
Os trabalhos previstos, poderão prolongar-se por cerca de três meses, incluindo a reposição e montagem das peças já restauradas conforme estrutura arquitectónica actual. Segundo o restaurador, …” a parte mais sensível da obra é a fase de decapagem da tinta e purpurina das peças a desmontar pela fragilidade que revelam, tentar salvar tudo o que é talha original e o ouro que decerto existia antes da pintura celulósica, que foi a causa desta degradação. Outra fase complicada é a reposição de todas as peças já restauradas, mantendo a estrutura original, uma vez que a madeira de algumas delas, terá de ser substituída na sua totalidade, até na viga de suporte à parede, que poderá passar por ser de aço inoxidável, para maior garantia da futura segurança do Altar. Depois da desmontagem de todas as peças haverá, por precaução, necessidade de limpar e impermeabilizar a parede de fundo, para evitar infiltração de qualquer humidade, porque o altar é de uma talha invulgar, merecendo que se invista de vez e ao pormenor, num trabalho de conjunto a executar, com uma durabilidade a longo prazo.”…
Este restauro nesta fase inicial, está orçado em mais de 5 mil euros, se não houver “surpresas desagradáveis”…por isso a Paróquia apela à colaboração de todos, pois esta é apenas uma “fase” que todos querem ver concluída até pelo valioso investimento na preservação do património da Igreja da nossa terra!
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 12-09-2008
Padre Castro assaltado no comboio
O Padre Franciscano António Castro,de 78 anos de idade, natural de Travassô e presentemente responsável máximo do Seminário do Varatojo - Torres Vedras - foi vítima de assalto, no passado mês de Agosto, quando circulava de comboio entre Olhão e Faro, no passado dia 18.
Depois de ter participado num convívio familiar na zona Algarvia, tomou o comboio de regresso a Faro onde se encontrava a passar alguns dias e tudo aconteceu quando o comboio em que seguia parou na estação de Olhão.
Nessa estação acabou por entrar na carruagem onde o Padre Castro se encontrava sozinho um homem, em tronco nu, aparentando alguns distúrbios mentais.
Sem qualquer razão que o justificasse começou a tratar mal o Padre Castro provocando-o com palavras pouco abonatórias.
O Padre Castro não lhe deu qualquer resposta o que não foi suficiente para que não sofresse um encontrão do referido homem que deitando por terra o Padre Castro acabou, de seguida, por lhe arrancar a pasta que transportava consigo.
Temendo que lhe acontecesse algo pior o Padre Castro, prostrado, pediu ajuda em altos brados, acabando por ser socorrido por pessoas das outras carruagens que ao darem conta do sucedido impediram o homem de fugir com a pasta do Padre Castro na mão.
Com a chegada dos revisores e a chamada por estes da polícia o comboio ficou parado até que um piquete da polícia - composto por tês Agentes- tomasse conta da ocorrência.
A pasta obviamente foi restituída ao Padre Castro que não apresentou queixa da ocorrência. No entanto do enorme susto não se livrou...
É este o nosso mundo... no nosso país!
SOCIEDADE HUMANITÁRIA 1º DE DEZEMBRO
Emigrantes no Maranhão querem apoiar “projectos de Travassô”
António Maria e Orlando Pinheiro Gomes, ambos emigrantes em São Luís, no Maranhão – Brasil, são ambos de Cabanões e actualmente estão na Direcção da Sociedade Humanitária 1º de Dezembro, Fundação com 159 anos, formada por portugueses e constituída para “ajuda de causas humanitárias”, na qualidade de vice – presidente e secretário, respectivamente.
Propõem-se agora, com pedidos bem fundamentados, sensibilizar no Brasil outros emigrantes para criarem um “fundo de apoio” para o Jardim Social, segundo “comunicação electrónica” de Orlando Gomes em Julho, dizendo-nos ainda que, …”as doações são aprovadas por votação dos actuais seis directores, depois de analisadas as propostas…”
Aquela Sociedade Humanitária é proprietária de um Hospital que, muitos emigrantes tem ajudado, conforme declarações de José Eduardo que também já foi director daquela Fundação e que depois da sua nona visita a Travassô, onde esteve em casa de familiares até 24 de Agosto, não partiu sem ver, a pedido daquela Direcção as instalações do Jardim Social.
António Maria, conhecido por “Toquinha”, Orlando P. Gomes ambos de Cabanões, emigrados no Brasil há cerca de 56 anos, estão muito empenhados em apoiar “causas de Travassô” e contam já com o apoio de Joaquim Oliveira e Joaquim Souto de Vila do Conde, na qualidade de Presidente e Tesoureiro da Soc. Humanitária 1º de Dezembro, que em 2006 doou à nossa Orquestra Filarmónica 12 de Abril, a importância de 2 000 Euros, através do já nosso amigo Zé Eduardo.
QUEM É …QUEM
José Eduardo Pereira de Almeida, nascido no Lugar de Cabanões da freguesia de Travassô, tem 76 anos e é filho de Eugénio Rodrigues de Almeida (O Tanoeiro) e de Maria Pereira Duarte.
Há 58 anos partiu rumo ao norte do Brasil, a bordo de um navio que demorou 15 dias e já no Maranhão, trabalhou 19 anos na firma portuguesa, Baptista Nunes e Cª Lda, Depois arriscou e abriu por conta própria o Restaurante Lusitano que geriu durante 10 anos, tornando-se no empresário bem sucedido que é actualmente, no “comércio de acessórios de borracha”, cuja “Loja” é também gerida por um dos seus nove filhos, que lhe deram 35 netos, sendo bisavô pela 4ª vez.
Ao fim de semana, …” todo o mundo se junta lá na fazenda, comem e dormem por lá e são a minha alegria e nunca precisei bater em nenhum deles”…dizia-nos comovido Zé Eduardo, que acrescentou…” quando a nossa Banda foi nessa última vez ao Brasil, eu fui de avião até Fortaleza para estar com eles e fiquei sentado ao lado do Camelo”…!
Este foi o 9º Verão em que viajou até Portugal, permanecendo em Travassô, onde visita amigos e família, principalmente a irmã Alice que o visita lá no Maranhão algumas vezes com o marido Américo Lopes…”é uma casa cheia qui mi faz feliz”… dizia sorrindo-nos mas com lágrimas que não conseguiu conter à despedida…
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 05-09-2008
JARDIM SOCIAL: Expansão… com aquisição de terrenos próximos
As obras do Lar de Dia para idosos, estão na fase de instalação de canalizações, cujos trabalhos estão previstos começar no próximo dia 9 de Setembro, estando já erguidos os chamados “anexos”.
Segundo Mário Martins da Direcção, estão já a pensar na expansão da área de lazer, com zonas pedonais e espaços verdes, por onde todos os utentes possam andar sem dificuldade e com apoios adequados à idade e limitações físicas, pela aquisição de alguns terrenos na área envolvente.
Na enorme sala a sul da construção aproveitaram pôr placa, ficando assim de “reserva” um polivalente para outras classes etárias desenvolverem actividades ou eventos da freguesia. Segundo constatámos a área coberta total será de 3 206 m2 e todos os compartimentos têm luz natural, até a pequena Capela no rés do chão. No segundo piso estão divididos todos os quartos e respectivos anexos, havendo dois “espaços de oração” de cariz mais íntimo.
Pelo ritmo da obra que vem sendo acompanhada pelos responsáveis pela sua “segurança”, tudo leva a crer que os prazos preconizados para a conclusão, Agosto de 2009, sejam cumpridos, apesar de serem necessários 300 mil Euros, só para materiais de equipamento.
O “cepticismo” vai abandonando as pessoas e temos que acreditar na solidariedade de todos para que este sonho de anos, seja realidade a inaugurar para o próximo ano.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 05-09-2008
Junta de Freguesia de Travassô na Festa do Leitão
A nossa Autarquia vai estar presente na Festa do Leitão, com um pequeno pavilhão no GICA, onde estão expostas fotografias de todas as Colectividades, Associações e Movimentos de Travassô.
O convite para passarem por lá, é lançado de forma colectiva, para antes ou depois da prova do “dito cujo”… o leitão, claro… apareçam.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 05-09-2008
Donativo em Dólares para apoio das obras do Jardim Social
Foto junto às instalações do Jardim social
Fotos – com Horácio Santos e Conceição Reis da Direcção do Jardim Social e a despedida de José Eduardo da correspondente que deu a conhecer o Jardim Social, junto dele e de outros emigrantes do Maranhão, no Brasil, através das notícias divulgadas pelo Região de Águeda e pela Net através do nosso Pároco.
Na noite do passado dia 14 de Agosto, aconteceu o inesperado. Depois de uma abordagem de Américo Lopes nosso conterrâneo na festa de Cabanões…” há um emigrante que veio do Brasil, que lhe quer entregar um pequeno donativo em dólares para o Jardim Social…” Mas nem sou da Direcção…” retorqui. Mas ele deixou-me sem argumentos…” Ele só o entrega a si!”… e lá marcámos a data.
Nessa noite percebi as minhas inquietações e matei a curiosidade. José Eduardo Pereira de Almeida, de visita à terra que o viu nascer e emigrar, “conhecera o Jardim Social”, a demora, as candidaturas e finalmente a obra, através do que fora divulgando, como noticias de Travassô, ora na Net ora no Região de Águeda, através da sua correspondente, que desejava conhecer pessoalmente.
Do encontro surgiu enorme e espontânea empatia o que facilitou o diálogo. Comovido entregou-me 500 Dólares para encaminhar para o Jardim Social e não me sentindo confortável com a situação embaraçosa, logo comuniquei o facto a um elemento da Direcção e daí a instantes o Donativo foi formalizado.
José Eduardo, trazia já a mensagem de outros emigrantes, alguns da nossa terra também, que manifestaram vontade de colaborar também na angariação de fundos para que a obra possa estar concluída em Agosto de 2009. Daí levar o “nosso emigrante”, a uma visita guiada na passada semana, às instalações em curso do futuro Lar de Idosos.
Mário Martins na qualidade de Vice – Presidente da Direcção, deu todas as explicações possíveis para que o José Eduardo as pudesse “guardar no coração” e transmitir aos nossos emigrantes que aguardavam a sua viagem de regresso.
O pedido de apoio financeiro vai ser formalizado por escrito e tanto o Jardim social como até a nossa Igreja carenciada de várias remodelações profundas em altares a recuperar, poderão vir a beneficiar destes nossos conterrâneos, que no Brasil afinal vêm acompanhando as necessidades emergentes da nossa terra que é também a deles.
Bem Hajam!
EMIGRANTE DE CABANÕES VISITA O REGIÃO DE ÁGUEDA
FOTOS: Na Redacção do Jornal, assinou o livro de honra depois da respectiva dedicatória e depois posou com a correspondente de Travassô e com Subdirector daquele semanário e a jornalista Isabel Moreira.
José Eduardo Pereira de Almeida, partiu de Cabanões um dos Lugares da freguesia de Travassô há 58 anos atrás, com rumo ao Brasil, estando radicado em São Luís, no Maranhão, onde vai seguindo o que se passa na sua terra natal, através do semanário Região de Águeda.
Não nos conhecíamos, mas veio até minha casa trazido por Américo Lopes, um cunhado seu, para me agradecer! ... ”O que escreve da nossa terra e do muito que fico a saber dela e como vai evoluindo, saio lendo logo com muita alegria, porque depois tenho que passar o jornal a outros portugueses que o lêem todinho também”…
Foi aí que fiquei a saber que um outro emigrante brasileiro, Orlando Gomes também de Cabanões, irmão da esposa do falecido Victor Ângelo a quem manda cumprimentos, tem seguido a par e passo o que por cá vai acontecendo, porque assiduamente acede à Internet, à página do nosso pároco o Padre Júlio, onde são divulgadas “para o mundo virtual”, as notícias da terra, fotos e o próprio Região de Águeda, através da respectiva correspondente.
Foi por isso com enorme satisfação, que lancei o convite para conhecer quem “trata das notícias de Travassô” e sem “pompa nem circunstância”, foi recebido gentilmente por Augusto Semedo a que se juntou mais tarde a jornalista Isabel Moreira.
A passagem deste já amigo e emigrante José Eduardo pela sede do semanário “tão querido” no Maranhão, como ele diz com aquele sotaque que nos “prende”, ficou assinalada com uma dedicatória no Livro de Honra daquele jornal, o que profundamente o lisonjeou e a nós também, obviamente.
Tudo o que nos leva a desmotivar tantas vezes, para deixar de vez esta responsabilidade gratuita e semanal, de noticiar sobre o que nos chega ao conhecimento sobre a nossa terra, afinal é agora, forte interpelação, para concluir se por estes e outros emigrantes, espalhados mundo fora, já não valeu tanto esforço!.... Por vós todos, pelas carinhosas mensagens que nos vão chegando por via electrónica, sempre que eu puder, vou continuar “fazendo” e a ser aquilo que todos vós apreendeis, muito melhor do que eu. Um abraço do tamanho do mar que nos separa, e até sempre…
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 29-08-2008