Irmandade dos Santos Mártires: gestão da Irmandade poderá integrar Mulheres
Festa continua no mesmo dia
No início de tarde do passado Domingo, a actual “Mesa da Irmandade dos Mártires de Marrocos”, realizou a segunda Assembleia de Irmãos, com o objectivo de serem apreciadas e votadas algumas alterações necessárias para a reforma dos Estatutos que vigoram desde 1944.
A grande mudança aprovada, permite agora, que também as “irmãs”possam fazer parte da administração e gestão da Irmandade, tendo-se criado a figura de um(a) zelador(a). A festividade de 15 e 16 de Janeiro, por agora, continuará inalterável.
Foi imperativa a reformulação dos Estatutos que regiam a Irmandade dos Santos Mártires, quanto à sua estrutura orgânica e funcional, pelas exigências da Lei Civil actual e conforme o novo Decreto Canónico de 2008, que regulamenta as Associações de Fiéis.
Daí, terem sido afastados os conceitos de irmãos de 1ª e de 2ª classe, passando a existir apenas o conceito de “Irmãos”, cuja diferenciação agora, tem somente a ver com o cargo que possam exercer na Irmandade. O actual Juiz Adjuto Matos Laranjeira tentou esclarecer o anterior conceito, nada ficando definido, porque nem os mais velhos aferiram com clareza, a razão daquela definição que muita polémica levantou.
Foi criada nesta proposta estatutária, a existência do Conselho Fiscal, que fiscalizará nomeadamente, a escrituração de todos os documentos existentes, controlará o património e o cumprimento dos Estatutos.
O conceito de “maioria absoluta “, passou a ser simplesmente “maioria”, por se ter verificado …“ o desinteresse das pessoas em geral para resolver coisas tão importantes, que mexem com uma romaria secular e depois de tanta contestação na assembleia anterior”… concluiu desapontado o juiz da mesa.
A Irmandade através da Mesa Gerente, obrigatoriamente após a aprovação dos novos Estatutos por parte do Bispo da nossa Diocese, terá que apresentar contas até ao dia 31 se Março de cada ano, àquela Autoridade Eclesiástica. Quanto à obrigação anual de se elaborar um”Orçamento de Receitas e Despesas”, não podendo entretanto, efectuar a Irmandade, qualquer despesa que nele não conste, foi feita a proposta, por Vasco Reis, corroborada pela maioria, para salvaguardar a existência de “despesas imprevistas e extraordinárias”, de alterar o respectivo Artigo dos Estatutos a aprovar, por forma a poder fazer-se modificação ao Orçamento inicial. Como exemplo, foi apontado o contributo da actual Mesa ter feito um donativo à Fábrica da Igreja no valor de 500,00 Euros para início das obras do Altar de São Caetano que ameaça ruir, que à luz da redacção proposta, não poderia fazer-se…e a unanimidade e o bom senso foi geral.
…Da admissão de mulheres para a Mesa Gerente…
Contrariamente ao previsto, foi esta a discussão mais “acesa”, pois até agora as mulheres irmãs, eram meros agentes passivos da Irmandade, de cuja Mesa só podiam fazer parte os Homens. Os argumentos apresentados pela discordância, assentaram nos piores “disparates” que nem ouso divulgar, porque ao fim e ao cabo sempre foi solicitada a “mão feminina”, para preparar as roupas e vestir os Santos que saem na procissão e outras tarefas inerentes.
A proposta foi no entanto aprovada pela maioria de 49 votos a favor e 7 contra, tendo a “discussão” continuado após o encerramento da assembleia, pela determinação de alguns irmãos, que até já passaram pela gerência.
Helena Nogueira
…Da Alteração das Datas da Festividade…
Esta proposta rejeitada, argumentava na …” dificuldade de encontrar pessoas disponíveis para colaborar nos trabalhos inerentes a tão grandiosa festa, que envolvem no mínimo 140 pessoas, sem contar com as necessidades de dinamização Eucarística. Além disso, constata-se, que cada vez mais, são as pessoas que vêm de todo o lado que fazem a festa e não as pessoas de Travassô, que não podem faltar ao trabalho e estudos, participando nela, uma maioria da 3ª idade com disponibilidade para tal. Pretendia-se cativar os mais jovens da nossa terra, por serem eles a garantir a continuidade dos festejos aos Mártires de Marrocos”…
Esta assembleia contou com apenas 56 Irmãos, em relação aos 420 existentes, uma demonstração clara do desinteresse em resolver problemas, que são de todos e que depois “criticam não importando o rumo que se dá”, lamentava a Mesa.
Posta à votação a proposta, com uma abstenção, 31 pessoas que constituíam a maioria, foram contra a alteração da Festa para o 3º fim- de- semana de Janeiro.
A “Mesa Gerente” que entretanto acabou já o seu mandato, pôs à disposição dos presentes, na maioria reformados, a formação de nova Mesa pelo seu “não à mudança”, mas a discussão foi uma constante e ninguém aceitou, obviamente. Decerto que depois de ânimos acalmados, os membros actuais, não vão deixar tanto trabalho no vazio e carecem eles agora, de um maior apoio de todos os conterrâneos, para que, enquanto não forem aprovados pela Diocese os Novos Estatutos, assegurem, pelo menos por mais um ano, esta Romaria única no País.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 25-07-2008
Foi no dia 4 de Julho, pelas cinco horas da tarde, que o Grupo Pioneiro de Travassô partiu rumo a mais um empreendimento (o nome dado a uma actividade organizada por Pioneiros). Com um grupo de seis elementos e dois chefes em formação, o Grupo rumou a S. Jacinto, até ao Parque Escutista, o Centro Nacional de Formação Ambiental de S. Jacinto, onde os aguardava um fim-de-semana pleno de emoção.
A III Secção do Agrupamento 853 de Travassô realizou, nos dias 4, 5 e 6 de Julho, uma actividade no CNFASJ. A alegria de partir para mais uma actividade era, apesar de manifestada de diferentes formas, evidente e contagiante. Assim, com as “tralhas” às costas e apanhando a lancha até S. Jacinto, o Grupo partiu.
Uns aguentando mais do que outros, mas todos meio cansados, o Grupo chegou ao Parque. Sem dispensar as pequenas “discussões” e brincadeiras, o fim do dia ia-se aproximando, e para terminar da melhor maneira, uma caminhada até à praia foi o melhor e, por unanimidade, o destino escolhido.
O Sábado amanheceu cedo e fresco, mas isso não deteu os Pioneiros das suas tarefas: uns alimentando a caldeira do Parque, outros na ginástica matinal. Com as tarefas divididas a manhã passou e a tarde chegou, e com ela um raid que depois passou a caminhada de reconhecimento do terreno. Nesta caminhada, o Grupo percorreu o terreno, pelos trilhos destinados, da Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto, onde, como observador e protector da Natureza, reconheceu que ainda há algumas falhas que terão de ser corrigidas, para o bem da Reserva. A tarde foi decorrendo até escurecer, e já de noite, os Escuteiros, o nosso Grupo Pioneiro e um Grupo Explorador de Braga, e os Bombeiros de Gondomar, juntaram-se para uma noite de festa e animação, no chamado Fogo de Concelho. Mas, como se costuma dizer, a noite ainda era uma criança, e os Pioneiros desafiaram outro Grupo Pioneiro, este vindo do Porto, para um jogo nocturno, que no final acabou num empate justo e numa noite bastante animada.
A parte mais difícil do dia é sempre o acordar e levantar, mas ainda assim todos nos preparámos para a Celebração da Palavra. Numa lenta sucessão de acontecimentos o dia passou e quando demos por isso já a actividade estava no fim. E de novo de “tralha” às costas, o Grupo deixou o Parque rumo à última travessia da Ria, para aí terminar e a cantar prometendo “um dia lá voltar”.
Sónia Paulos
SIMULAÇÃO DE PESCA EM ÁGUA DOCE
O Núcleo de Pescadores de Travassô – NUPESTRA organizou a 29 de Junho, dia do encerramento das actividades da Semana da Freguesia, um Circuito de Simulação de Pesca em água doce, um acto inédito na nossa terra, que atraiu muita malta jovem.
Esta actividade realizada no Parque da Senhora do Amparo, teve o apoio da Associação Regional de Pesca Desportiva de Aveiro e Beira Litoral e o da nossa Autarquia, tendo todos os participantes ganho, no final do “percurso”, um boné com pin alusivo e uma “montagem de pesca”.
O circuito de simulação de pesca tinha cinco “atliers”, três dos quais direccionados ao ensino de “engodar e pescar à francesa, inglesa e bolonhesa”, e ainda dois postos em que eram dados a conhecer, todo o tipo de isco e sementes e um outro, para aprender quais as espécies de peixes que abundam normalmente na água doce.
O objectivo desta actividade desenvolvida pelos membros da Direcção da “Nupestra”, para além de tornar mais conhecida esta Associação, visava também, o incentivo junto dos mais novos, pela prática da “pesca desportiva”. Contudo, os praticantes constataram, que afinal, até a pequenada já conhecia bem como “agarrar na cana, arremessar o engodo e a linha e até tirar o peixinho da água”.
Foi giro… diferente e interessante e porque a nossa terra “mora” nas margens da água doce, falta agora agendar uma actividade, para que não fiquem esquecidos ou “truques” da pesca que todos aprenderam naquela tarde.
Foto 152 – apesar da enorme cana, o pequeno Renato, foi um dos que se entusiasmou com a “pesca à francesa” e como guardar a pescaria, na respectiva “manga” ali ao lado.
Foto 108 – “a pesca à inglesa” foi a que atraiu os jovens, pois a maior dificuldade residiu, no arremesso do respectivo engodo, que lembrava os velhos tempos em que de “fisgas” no bolso, se divertiam na prática da pontaria, nomeadamente à passarada.
Foto 106 - “a pesca à bolonhesa” foi divertida e até o “sexo mais fraco” experimentou, a arte de lançar o isco e de soltar a linha do carreto, até trazer o peixinho para terra.
Helena Nogueira
Na passada quinta feira, faleceu Encarnação Lopes de Carvalho de 77 anos, deixando viúvo Fernando Oliveira Marques.
Esta morte repentina, depois de recorrer aos Serviços de Urgência do Hospital de Águeda dois dias antes, onde ficou internada, apanhou de “surpresa” os familiares e amigos, chocando um dos seus filhos, o Rui José, que veio do Canadá para se “despedir” da mãe, com a mágoa por ela ainda não conhecer mais um netinho.
As exéquias foram realizadas na Igreja Matriz de Travassô, pelas 18h de Sábado, dia 12, indo a enterrar no cemitério da freguesia, com numeroso cortejo fúnebre e a representação da Orquestra Filarmónica 12 de Abril, onde o Sr Fernando foi músico durante décadas e os seus filhos, Rui e Marina Oliveira, também.
Como dizia o Padre Júlio na sua homilia, …”ninguém está preparado para a morte, que chega silenciosa, mas esta nossa irmã, acreditava na Nova Vida, onde há Vida em Abundância”… As nossas sentidas condolências a toda a família enlutada.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 18-07-2008
Doentes de Travassô em Retiro em Fátima
Desde a manhã da quinta - feira passada até ao início da tarde de Domingo – de 10 a 13 de Julho – que quatro “doentes não acamados” de Travassô, estiveram na Casa de Nossa Senhora das Dores, do Santuário de Fátima.
Eram cinquenta doentes da nossa Diocese de Aveiro, vindos da freguesia da Glória, Ílhavo, Vagos, Águeda, Recardães, Borralha, Sangalhos e Sever do Vouga numa peregrinação acompanhada pelo Diácono e Médico José Carlos, de Aveiro pertencente ao Movimento Mensagem de Fátima e por uma equipa de duas enfermeiras voluntárias, Cremilde de Aveiro e Paula do Hospital de Águeda, e auxiliares também em regime de voluntariado, Arlindo Brás, Ernesto Manuel, Armanda, Rosa Neto e Adoração.
Duas das doentes de Travassô, integraram estes Retiros anuais, pela primeira vez e segundo uma delas…”como é possível haver tanta gente boa?!... São voluntários, abdicam das suas férias e família, deixam a casa e todas as comodidades, para virem Fátima, para nos servir…estou sem palavras”, concluía a chorar.
De facto, para além dos momentos de Oração, Reflexão, de Partilha, Reconciliação, visitas guiadas à Basílica e Igreja da Santíssima Trindade, a Via Sacra até aos Valinhos, Eucaristias diárias, e participação nas cerimónias de 12 e 13 de Julho nas colunatas do Santuário, o que mais toca a sensibilidade pessoal, é o “sorriso doce”, de jovens “amarrados” para toda a vida a uma cadeira de rodas, a aceitação da sua doença, a Fé fortalecida que demonstram e as graças que dão, porque apesar da “desgraça” continuam vivos.
São testemunhos recheados de lágrimas e alegrias, mas que dão força a quem vive sem esperança pelas vicissitudes e que ali naquele ambiente de amizade e solidariedade verdadeira, dão um novo “sentido à vida”.
A gratidão fica para todos os voluntários, que gratuitamente se “dão” a cada doente, fazendo-os sentir que são “especiais e escolhidos por Deus”, e que depois de vivências tão profundas, nunca vêm de “mãos vazias” e encaram o seu sofrimento com mais naturalidade.
No “Adeus à Virgem”, as lágrimas são embrulhadas em lenços brancos que ondularam na promessa de querer voltar a reviver aqueles dias, que passam com tal rapidez que mais parecem minutos. Não fez falta o sofá nem a televisão, pois há coisas que são indizíveis, porque apenas se sentem. Esta “terapia”, é preciso dar-lhe continuidade, para que estes doentes, sejam agora na sua terra, pessoas diferentes capazes de sorrir e confortar quem acha que vive sem ver o “verdadeiro Sol”…
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 18-07-2008
Primeira Assembleia de Irmãos
Foto 7 – Adjuto Matos Laranjeira, juiz da Mesa actual, leu ponto por ponto, os Estatutos actualizados, conforme o preconizado canonicamente, a fim de esclarecer as principais alterações, para que se proceda em Assembleia posterior, à votação dos Estatutos que vigorem a partir de então. Com ele estiveram outros elementos, tais como António Melo, Arménio Zanancho, António Laranjeira e António Pereira Lopes
Foto 11 – dos 420 “Irmãos” da Irmandade dos Mártires de Marrocos, nesta primeira Assembleia de que “reza a história”, apenas 73 participaram, começando aquela, uma hora mais tarde, nada podendo ser deliberado por falta da maioria absoluta, como prevêem os Estatutos ainda em vigor.
A Irmandade dos Santos Mártires de Travassô pela primeira vez, realizou uma Assembleia Geral, pelas 16h do passado Domingo, no Salão Paroquial, para aprovação de novos Estatutos, a fim de poder ser um Organismo Religioso, aprovado pela Diocese e constituir-se então, como Pessoa Colectiva.
Os Estatutos em vigor, datam de 30 de Julho de 1944 e as alterações assentam em quatro aspectos fundamentais: na hipótese dos festejos realizados nos dias 15 e 16 de Janeiro, passarem para o terceiro fim de semana daquele mês e os respectivos mordomos poderem ser do sexo feminino e nas obrigações de ter, Órgãos Sociais e fazer Prestação de Contas anual aos “irmãos” e Diocese.
Só com Estatutos actualizados e adaptados às circunstâncias dos tempos que correm, poderá a Irmandade, ser uma Colectividade com “obrigações e regalias”, tais como usufruir de Benefícios Fiscais previstos em legislação própria e segundo o disposto na Concordata celebrada entre a Santa Sé e a República Portuguesa, bem como movimentar os fundos bancários de que dispõe.
A maioria dos “irmãos” presentes nunca haviam ouvido falar de “estatutos – direitos e obrigações”, pelo que foi difícil duma só vez apreender tanta informação que ía sendo dada pelo actual Juiz da Mesa da Irmandade, Adjuto Laranjeira, que por não dominar muito bem o “terreno que pisava”, havia solicitado a colaboração de Vasco Reis, que pontualmente e devido à sua experiência, foi acalmando os ânimos, quando alguns “irmãos” mais velhos e adultos, de viva voz afirmavam”… não concordo que a festa seja mudada para o fim de semana seguinte, o melhor então é acabar com ela”….
“…Outrora as pessoas de Travassô, trabalhavam nos campos, o que não se passa agora, em que a sua maioria e excluindo os reformados, tem horários a cumprir nos seus empregos! … É difícil a disponibilidade para pegar nos andores e alfaias litúrgicas, tanto nos dias 15 e 16 de Janeiro, como nos funerais ao longo do ano!... Corais, músicos e outros colaboradores, têm dificuldades em comparecer porque ora são as aulas que perdem ora as horas da sua vida profissional”…
A razão a todos assiste, é quase impossível pensar em mudar o dia de uma Festividade única no País, com milhares de peregrinos e com séculos de tradição, que veio apesar dos contras, sofrendo uma evolução ganhando maior dignidade. …”Não queremos mudar a festa, ainda não é uma decisão, mas apenas uma sugestão, que merece que ponderemos seriamente, pelo que já foi dito”…!
Esclarecimentos à parte, foi uma tarde polémica com apenas 73 Irmãos a participar em relação aos 420 que existem. Por isso mesmo, foi marcada nova Assembleia, que será previamente anunciada e o repto fica para que uma maioria compareça, porque senão sem poder reclamar, terão de acatar, as decisões tomadas pela maioria dos votos dos Irmãos presentes. Até lá, todos os dias a Mesa da Irmandade estará disponível ao fim da tarde, para fornecer cópia dos Estatutos actualizados, conforme foi solicitado para que se “amadureça” com calma sobre o que já foi dito e as sugestões e/ou eventuais rectificações não sejam feitas de “animo leve”. A aprovação estatutária final, compete ao Bispo D. António Francisco, da nossa Diocese.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 11-07-2008
Educação Para a Saúde Teve Enorme Adesão
Osteoporose poderá ser o próximo …
Durante a “Semana da Freguesia”, uma das actividades muito “concorrida”, foi de facto os Rastreios gratuitos, que funcionaram no Adro da Igreja, tendo os mais idosos aderido massivamente e todos os outros, incluindo crianças, “adoraram” a experiência.
Para este ano, fica a promessa da Junta de Freguesia, de que haverá um Rastreio para avaliação da Osteoporose, que foi impossível para a data prevista, devido ao tipo de “aparelhos necessários” para o efeito e com base em energia nuclear.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 11-07-2008
Foto Na Unidade Móvel da Óptica Quinta, desde as 14 horas foi avaliada a Visão de cerca de 30 pessoas, incluindo crianças, por se tratar de um exame mais demorado e com vários tipos de testes, como é óbvio. Depois de 4h de trabalho sem interrupção, e já com uma hora a mais do que o tempo previsto, ainda ficaram pessoas sem ser atendidas, porque iam chegando conforme a saída dos respectivos empregos.
Foto – No Rastreio Auditivo com o apoio da Acústica Médica de Águeda, com dois Técnicos de Saúde e um Coordenador, ao fim da tarde meia centena de pessoas tinha testado a capacidade dos seus ouvidos, na sua maioria mulheres. Porque de facto a idade não perdoa e as mazelas eram quase uma certeza, poucos foram os que saíram de lá sem aconselhamento.
Foto 357 e 358 – No Auditório do Adro da Igreja, três grupos de estudantes do Curso de Enfermagem da Universidade de Aveiro, em estágio no Centro de Saúde de Águeda, gostaram imenso desta experiência de “pesar, medir e avaliar a tensão arterial”. A “massa corporal”, em relação à idade e altura, foi alvo de muita recomendação para prevenção de outras doenças e num folheto dado a cada um dos utentes, vieram para casa, algumas regras para os cuidados a ter, principalmente com a alimentação.
Helena Nogueira - Correspondente do Região de Águeda - Edição de 11-07-2008
CAPELA DE SANTA LUZIA FOI ASSALTADA. OUTRA VEZ!
Foi ao início da manhã de quarta feira, dia 2 de Julho, que foi dado o alarme junto de um elemento da Fábrica da Igreja Paroquial de Travassô, de que a Capela de Santa Luzia, do Lugar de Aldeia, havia sido assaltada.
Uma senhora estranhou o facto de ver a porta aberta naquela capela, que por norma é aberta apenas ao domingo pela respectiva zeladora, pelos penitentes que ali vão, para cumprir suas promessas.
Ao dar uma “espreitadela”, logo concluiu que havia sido assaltada pois os danos eram visíveis demais. A porta foi arrombada com uma “unha gata”, e a fechadura de tanto ter sido forçada, ficou “escangalhada não permitindo que a própria porta ficasse encostada.
O(s) assaltante(s) levaram uma caixa de esmolas que estava fixada à tal porta com ranhura para o exterior e uma outra fixa na parede foi arrombada, havendo a certeza que continham dinheiro no seu interior.
Eventualmente os danos materiais serão mais avultados que o “produto do roubo” e este ano, a mesma “proeza” já havia sido cometida e exactamente pelo mesmo processo.
Uma patrulha com três elementos da GNR de Águeda esteve naquele local para registar o furto ocorrido e a “Queixa – Crime” seguirá a sua tramitação normal depois de lavrado o respectivo “auto”. Porque a zona envolvente à Capela de Santa Luzia, tem muito pouca iluminação pública, depois de interrogados alguns vizinhos, que de nada de anormal se aperceberam naquela madrugada, é seguramente um local propício aos “amigos do alheio” que eventualmente conhecerão bem o terreno que pisam.
Ao fim da tarde daquele dia foram mudadas as fechaduras apesar da porta estar bastante danificada e decerto outras medidas poderão ser tomadas pela Paróquia para minimizar estes acontecimentos, que não se podendo evitar, acarretam transtornos, porque são propriedade comunitária com responsabilidades, obviamente acrescidas.
Helena Nogueira